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A adoção de tecnologias é a saída para driblar a alta dos insumos

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A adoção de tecnologias é a saída para driblar a alta dos insumos

A alta no preço do milho e soja, principais insumos nutricionais dos rebanhos brasileiros, atinge em cheio o bolso dos pecuaristas, estimulando a busca constante por alternativas e inovações para tornar suas produções rentáveis e com a máxima eficiência alimentar em um ano atípico no país.

Os grãos atingiram índices recordes em 2020, e mesmo com as medidas adotadas pelo Governo de zerar as tarifas de importação, os preços das sacas da soja e do milho não reduziram a ponto de aliviar o bolso do produtor.

Baixa oferta de insumos no mercado interno

Além dos preços elevados, os grãos estão em falta no mercado interno. Neste ano, os preços mais atraentes das commodities do agronegócio impulsionados pela valorização cambial, incentivaram uma maior exportação dos produtos, provocando uma baixa na oferta para o mercado interno.

O maior período de secas também afetou a alta dos preços no mercado interno, onde a falta de chuvas impactou na irrigação das plantações e pastagens – no Brasil ainda temos mais de 70% dos sistemas de produção de bovinos a pasto.

Impacto na rotina do pecuarista

Para os pecuaristas, assim como o milho e o farelo de soja que são mais utilizados na dieta dos animais, os preços das sacas atingiram um patamar de R$ 72 e R$ 170, respectivamente. Onde, segundo o último levantamento trimestral do INMEA, o ciclo de cria, recria e engorda apresentou um aumento de 26% em comparação com o mesmo período de 2019, chegando a custar até R$ 172 por cabeça ao pecuarista. Nos últimos 12 meses o bezerro ficou 77% mais caro para o produtor.

Neste contexto, os criadores de gado de corte e de leite precisam inovar na busca pela máxima eficiência alimentar de seu rebanho, sejam elas feitas a pasto ou em confinamentos, onde a otimização do uso dos insumos é a única maneira de rentabilizar a produção. Não há mais margem para suposições e “achismos” na definição dos melhores momentos de abate ou reprodução dos animais.

Tecnologias de precisão como solução

A adoção de tecnologias para quem quer confinamentos de alta performance será o caminho para a obtenção de ganhos duradouros, mantendo o custo mais baixo da produção. A informação passa a ser o bem mais valioso do pecuarista, que lhe dará o poder para correta tomada de decisão.

Buscar animais mais eficientes e ter o melhor monitoramento do ganho de peso dos animais para definir o momento certo do abate são importantes ações para diminuir os custos com as dietas. A solução Intergado Efficiency e Intergado Beef entram como importantes aliadas para os pecuaristas. A primeira tecnologia permite que os melhoristas realizem as provas de eficiência alimentar, entregando ao mercado animais mais eficientes. A segunda solução permite aos terminadores monitorar o ganho de peso dos animais dando ao produtor a possibilidade de estimar com a máxima precisão o ganho de peso, permitindo uma gestão eficiente dos gastos com os insumos como o milho e soja nos confinamentos.

Apesar do Brasil possuir o maior rebanho bovino do mundo, com índices das exportações de carne atingindo patamares recordes, a atividade tem passado por incertezas que tem afetado os ganhos do pecuarista, como a alta dos insumos, variações cambiais, climáticas etc. Diante disso, o protagonismo do país não será suficiente para manter a atividade eficiente e lucrativa. Assim, o caminho da pecuária de precisão tem se mostrado cada vez mais a direção a ser seguida para o produtor que busca a perenidade do seu negócio.

Saiba mais: Pecuária de precisão ao seu alcance.

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